http://www.youtube.com/watch?v=94uoE0aOST0
'Linha de Chegada' presta homenagem a Sid Mosca.
Ao lado de Bruno
Senna, Sid contou como criou a pintura do capacete de Ayrton Senna, uma
de suas mais famosas obras, e também como começou a pintar carros e
capacetes.
domingo, 15 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Copa Oeste de Videira- JEEP- 24.06.12
Prova sensacional, pena que acertamos um árvore na metade da trilha, e acabou danificando a F-75, ficando sem o sistema de refrigeração. Valeu mesmo assim, pelas parcerias do nosso Jeep Clube.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Navegação em provas de regularidade
RAID: se você é jipeiro com certeza já ouviu falar, ou até mesmo já participou de algum. Mas, se você
nunca ouviu falar em RAID, com certeza já ouvi falar em Rally de Regularidade.
Ambos são semelhantes e, na verdade, são provas de regularidade. Diferem entre si no tipo de automóvel e no trajeto.
RAID’s são feitos para veículos 4x4 (jipes) e passam por trilhas e obstáculos naturais. Rallyes são desenvolvidos para veículos comuns e passam por estradas vicinais e secundárias. No mais, são provas semelhantes.
E, por serem provas de regularidade, não ganha aquele que anda mais rápido ou que chega na frente. Em provas de regularidade, ganha aquele que melhor mantém a velocidade média determinada pela organização. Por isso, as provas de regularidade são competições empolgantes onde você tem uma disputa, antes de mais nada, com você mesmo, no sentido de buscar a melhor performance de regularidade possível.
A forma de apurar o vencedor é determinada pela quantidade de pontos que cada equipe perde no decorrer da prova: ganha a equipe que tiver menos pontos perdidos.
Para isso são colocados em pontos estratégicos e desconhecidos das equipes Postos de Controles – PC’s – que anotam o horário em que cada equipe passou pelo local.
Ao final da prova, o tempo real de cada equipe em cada PC é comparado com o seu tempo ideal, ou seja, o tempo em que a equipe deveria ter passado no PC. A partir dessa informação faz-se a contagem de pontos, somando-se 01 ponto para cada segundo atrasado e 02 pontos para cada segundo
adiantado.
nunca ouviu falar em RAID, com certeza já ouvi falar em Rally de Regularidade.
Ambos são semelhantes e, na verdade, são provas de regularidade. Diferem entre si no tipo de automóvel e no trajeto.
RAID’s são feitos para veículos 4x4 (jipes) e passam por trilhas e obstáculos naturais. Rallyes são desenvolvidos para veículos comuns e passam por estradas vicinais e secundárias. No mais, são provas semelhantes.
E, por serem provas de regularidade, não ganha aquele que anda mais rápido ou que chega na frente. Em provas de regularidade, ganha aquele que melhor mantém a velocidade média determinada pela organização. Por isso, as provas de regularidade são competições empolgantes onde você tem uma disputa, antes de mais nada, com você mesmo, no sentido de buscar a melhor performance de regularidade possível.
A forma de apurar o vencedor é determinada pela quantidade de pontos que cada equipe perde no decorrer da prova: ganha a equipe que tiver menos pontos perdidos.
Para isso são colocados em pontos estratégicos e desconhecidos das equipes Postos de Controles – PC’s – que anotam o horário em que cada equipe passou pelo local.
Ao final da prova, o tempo real de cada equipe em cada PC é comparado com o seu tempo ideal, ou seja, o tempo em que a equipe deveria ter passado no PC. A partir dessa informação faz-se a contagem de pontos, somando-se 01 ponto para cada segundo atrasado e 02 pontos para cada segundo
adiantado.
Pode-se facilmente perceber como a precisão no erro de tempo é fundamental e precioso.
As equipes são guiadas através de planilhas por um roteiro desconhecido, cada qual com um horário de
largada específico, já que cada um tem seu tempo.
Nestas planilhas são indicados os caminhos - através de referências indicadas pelo odômetro do carro – e as velocidades médias de cada trecho, já que a velocidade muda conforme o tipo do terreno e as condições de tráfego.
Para manter a média de forma precisa é fundamental que o navegador – que é, como diz o nome, o responsável pela navegação – tenha em mãos os cálculos do horário em que a equipe deve chegar a cada referência, para que o piloto possa, então, corrigir a velocidade do carro para acertar o tempo, aumentando ou diminuindo conforme a situação.
Então, para cada referência, o navegador deve fazer o cálculo do tempo gasto para chegar até a próxima, levando em consideração a velocidade média do trecho e a distância a ser percorrida.
Como você já deve ter percebido, isso representa um trabalho grandioso e demorado ao navegador.
Para resolver esse problema, existem equipamentos desenvolvidos especialmente para esse fim: os computadores de navegação.
São equipamentos que integram num só aparelho um relógio, um odômetro digital de precisão e uma
calculadora programada para os cálculos necessários.
De posse de um equipamento desses, basta ao navegador informar os dados de cada trecho – km inicial, km final e velocidade média – para que o computador faça todos os cálculos, de forma instantânea e no decorrer de toda a prova.
Assim, o computador pode indicar, com base no odômetro e no relógio, o quanto a equipe está atrasada ou adiantada.
Certamente é possível participar de um RAID sem um computador de bordo bastando para tal relógio digital, odômetro original de seu carro e uma calculadora de 4 operações. No entanto não em condições de igualdade com as equipes que se utilizam desses equipamentos: a diferença de performance é brutal.
Hoje em dia, para aqueles que querem disputar um resultado melhor, é fundamental estarem equipados
com esses aparelhos. Nesta matéria abordaremos o uso prático desses equipamentos uma vez que muito já se falou e escreveu sobre a navegação“manual”.
Utilizar um equipamento desses, embora fácil, requer do navegador o conhecimento pleno do princípio de funcionamento e de seus recursos , que nos computadores de alto nível são vários e sofisticados – permitindo um grande controle sobre a navegação.
As equipes são guiadas através de planilhas por um roteiro desconhecido, cada qual com um horário de
largada específico, já que cada um tem seu tempo.
Nestas planilhas são indicados os caminhos - através de referências indicadas pelo odômetro do carro – e as velocidades médias de cada trecho, já que a velocidade muda conforme o tipo do terreno e as condições de tráfego.
Para manter a média de forma precisa é fundamental que o navegador – que é, como diz o nome, o responsável pela navegação – tenha em mãos os cálculos do horário em que a equipe deve chegar a cada referência, para que o piloto possa, então, corrigir a velocidade do carro para acertar o tempo, aumentando ou diminuindo conforme a situação.
Então, para cada referência, o navegador deve fazer o cálculo do tempo gasto para chegar até a próxima, levando em consideração a velocidade média do trecho e a distância a ser percorrida.
Como você já deve ter percebido, isso representa um trabalho grandioso e demorado ao navegador.
Para resolver esse problema, existem equipamentos desenvolvidos especialmente para esse fim: os computadores de navegação.
São equipamentos que integram num só aparelho um relógio, um odômetro digital de precisão e uma
calculadora programada para os cálculos necessários.
De posse de um equipamento desses, basta ao navegador informar os dados de cada trecho – km inicial, km final e velocidade média – para que o computador faça todos os cálculos, de forma instantânea e no decorrer de toda a prova.
Assim, o computador pode indicar, com base no odômetro e no relógio, o quanto a equipe está atrasada ou adiantada.
Certamente é possível participar de um RAID sem um computador de bordo bastando para tal relógio digital, odômetro original de seu carro e uma calculadora de 4 operações. No entanto não em condições de igualdade com as equipes que se utilizam desses equipamentos: a diferença de performance é brutal.
Hoje em dia, para aqueles que querem disputar um resultado melhor, é fundamental estarem equipados
com esses aparelhos. Nesta matéria abordaremos o uso prático desses equipamentos uma vez que muito já se falou e escreveu sobre a navegação“manual”.
Utilizar um equipamento desses, embora fácil, requer do navegador o conhecimento pleno do princípio de funcionamento e de seus recursos , que nos computadores de alto nível são vários e sofisticados – permitindo um grande controle sobre a navegação.
Fonte: www.totemonline.com.br
terça-feira, 22 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
TRANSCATARINA 2012
Inscrição Realizada!!!
http://www.racingsc.com.br
sexta-feira, 27 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
DICAS DE OFF-ROAD


- Na lama:
Ao se aproximar de um terreno inconsistente e enlameado deve-se aumentar a velocidade em redutoras (segunda ou terceira) e evitar acelerações exageradas que possam causar a patinagem do veículo. Conduzir muito rápido em tais condições pode gerar derrapagens e perda de controle. Porém, conduzindo muito devagar, você não estará utilizando o torque ideal do motor, prejudicando a tração e consequentemente perdendo velocidade.Em plena lama, as condições mais difíceis estão onde o terreno forma sulcos e buracos profundos. Nestas situações é aconselhável acelerar com pequenos solavancos evitando assim a falta de tração no barro que reduz a velocidade e provavelmente fará seu veículo atolar. Conduzir nos sulcos variando as acelerações e movendo o volante de um lado para o outro possibilitará que os pneus tenham uma maior tração evitando patinagens. Nunca tente sair dos sulcos, deixando o volante solto. Sempre que possível verifique se os guarda-lamas não estão cobertos por lama, pois isto não permitirá que o pneu elimine a lama de sua banda de rodagem.
- Na rocha:
A habilidade na condução do veículo em terreno rochoso está em manter-se no nível mais alto possível da região que se esta atravessando. A força de torção é mais importante que a potência quando se percorre uma inclinação rochosa. Por isso, manter-se em primeira ou segunda marcha com uma relação baixa é a melhor coisa. Sempre utilizar mudança alta para evitar que os pneus patinem.
- Na Areia:
Em situações com areia não compactada utilize uma relação 4x4 alta, o que lhe permitirá manter uma velocidade constante; porém, caso o veículo atole, utilize uma relação mais baixa. A areia não compactada e macia reduz muito a tração prejudicando a performance do veículo. Tenha em mente que velocidade contínua é sempre a melhor saída para este tipo de dificuldade.
- Na água:
Quando se tem que enfrentar a água é importante que as partes elétricas estejam bem protegidas.
- Em buracos:
Evite forçar o jipe. Procure sempre a melhor passagem quando deparar com buracos e erosões. Não ande por dentro de rastros fundos, pois o diferencial poderá ficar preso. Aproveite os pequenos barrancos que se formam nas laterais da trilha para nivelar o jipe.
- Em descidas fortes:
Use sempre a primeira marcha reduzida. Deixe o veículo descer sem acelerar. Não trave, pois poderá perder aderência e capotar. O travão-motor é mais eficiente nestes casos. Se sentir que o veículo está perdendo aderência, acelere levemente.
- Em subidas fortes:
Não acelere forte. Suba com calma, acelerando levemente para o veículo não patinar. Se puder entrar embalado com 2ª ou 3ª reduzida, melhor. Não use 1ª reduzida pois assim perderá o embalo e forçará muito o motor.
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